Segunda edição do Salão Literário Infantojuvenil Brasil-Alemanha acontece em maio

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A i-Lit (Fórum Literário Internacional), em parceria com as editoras Ogro, Girabrasil, Razamba, Fafalag, Gratitude, o estúdio Illustralabor e o Clube do Livro Muenster, vai realizar o 2º Salão Literário Infantojuvenil Brasil-Alemanha, nos dias 4 e 5 de maio de 2024, em Offenbach am Main, na Alemanha.   Para isso acontecer, o evento está recebendo apoio institucional do Consulado-Geral do Brasil em Frankfurt, da Prefeitura de Offenbach, da Der Paritätische (organização não governamental alemã que atua na área social), do Instituto Guimarães Rosa e do Instituto F.I.Z. e.V.   Este segundo Salão proporcionará atividades interativas gratuitas para jovens leitores alemães e para a comunidade brasileira local, e também irá reforçar a riqueza e a diversidade na literatura, atraindo participantes de diversas nacionalidades.   Para Andréia Oliveira Amthor, agente literária e fundadora da i-Lit, o retorno do Salão Literário demonstra que o evento foi bem recebido pelas autoridades

Transformação no varejo global: Macy's e The Body Shop anunciam fechamentos estratégicos e impulsionam debate sobre o futuro das lojas físicas


Em um cenário de mudanças marcantes no varejo em 2024, a notícia do fechamento de 150 lojas da marca Macy's e outras 100 da The Body Shop desencadeou uma discussão crucial sobre o papel das lojas físicas. Essas decisões estratégicas, lideradas por Tony Spring, CEO da Macy's, e motivadas por desafios financeiros enfrentados pela The Body Shop no Reino Unido, destacam a necessidade de adaptação e inovação no mercado em constante evolução.

Na busca por uma transformação, a Macy's, principal operadora de lojas de departamentos nos Estados Unidos, pretende redefinir-se como uma marca moderna, focada em experiências de compra aprimoradas e sortimentos relevantes. Paralelamente, a The Body Shop, diante de uma recente administração conturbada, destaca a importância da inovação, identidade de marca e adaptação ao cenário em constante mutação.

Flavia Mardegan, especialista em vendas, aponta as tendências que estão moldando esse novo capítulo no varejo:

  1. Experiência do cliente redefinida: as lojas físicas não se limitam apenas à transação de produtos, mas buscam criar momentos emocionais e significativos para os clientes. Elas investem em design, iluminação e elementos sensoriais para construir ambientes cativantes que estimulem os sentidos e despertam emoções. Especialmente no contexto pós-pandemia, onde a conexão humana se tornou ainda mais valorizada, as lojas físicas se destacam como espaços de encontro e interação genuína entre clientes e vendedores, proporcionando uma experiência única e memorável. A presença do vendedor não apenas oferece assistência técnica e informações sobre os produtos, mas também estabelece uma conexão pessoal, permitindo ao cliente sentir-se ouvido, compreendido e apoiado em suas decisões de compra. Essa interação humana adiciona um elemento emocional essencial à experiência de compra, tornando-a mais gratificante e significativa para o cliente.

 

  1. Integração multicanal: abraçando estratégias multicanais, as lojas físicas colaboram com o comércio online, permitindo que os consumidores desfrutem da conveniência das compras online e da experiência tátil das lojas físicas. Aqui no Brasil, por exemplo, a Anatel aprovou uma regra que pode reduzir em até 71,8% o total de lojas físicas de operadoras de telefonia como TIM, Vivo e Claro. Isso reafirma o quanto o formato omnichannel funciona e deve ser cada vez mais considerado.

 

  1. Inovação tecnológica no ponto de venda: da realidade aumentada a sistemas de pagamento sem contato, as lojas adotam inovações tecnológicas para se manterem relevantes e competitivas.

 

  1. Showrooming e experiências de teste: estratégias de showrooming permitem que os consumidores vejam e experimentem produtos antes de comprá-los online, enquanto ambientes de teste são foco, especialmente em setores como tecnologia, moda e beleza.

 

  1. Comunidade e engajamento social: lojas físicas transformam-se em espaços colaborativos, promovendo eventos e atividades além das vendas, criando conexões mais profundas com os consumidores.

 

  1. Logística e entrega rápida: algumas lojas físicas tornam-se centros estratégicos de distribuição para agilizar entregas, oferecendo opções rápidas aos consumidores.

 

  1. Sustentabilidade e responsabilidade social: a preocupação com questões ambientais e sociais molda as operações das lojas, que adotam práticas sustentáveis para atrair consumidores conscientes.

 

Em resumo, o novo papel das lojas físicas transcende a mera transação comercial, tornando-os espaços de experiência, integração multicanal, inovação tecnológica e envolvimento colaborativo. Essa evolução reflete a necessidade de uma abordagem holística para o varejo, combinando o melhor dos mundos físico e digital, prometendo redefinir a experiência de compra para os consumidores na era digital.

 

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