TÜV Rheinland é agora um Laboratório de Testes Autorizado da Wi-Fi Alliance(R)

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Certificação garante que produtos atendem a rigorosos requisitos de interoperabilidade com o protocolo Wi-Fi 7   A TÜV Rheinland, líder global em serviços de teste, inspeção e certificação, acaba de ser designada como Laboratório de Testes Autorizado (Authorized Test Laboratory - ATL) da Wi-Fi Alliance®, e passa a ter atuação global, com capacidade de apoiar clientes no mundo todo.   O programa Wi-Fi CERTIFIED™ garante interoperabilidade testada e comprovada entre dispositivos Wi-Fi®. Esta certificação dá aos usuários a confiança de que os produtos Wi-Fi com o logotipo Wi-Fi CERTIFIED atendem a rigorosos requisitos de interoperabilidade.   "Tornar-se um Laboratório de Testes Autorizado em nível global representa um passo importante no fortalecimento da nossa liderança, bem como na demonstração da nossa capacidade para prestação de serviços de teste de tecnologias sem fio, particularmente no contexto da Internet das Coisas. Sabemos que o setor de tecnologia é um dos

Com a IA, todos seremos impulsionados a ser comunicadores


Por Fabiana Ramos, CEO da PinePR*
 

Tecnologia muda as competências necessárias nas empresas – e transforma as relações entre marcas e consumidores
 

Uma vantagem de me relacionar no dia a dia com pessoas dos mais diversos segmentos é perceber o crescimento de tendências que se tornam multissetoriais. É uma forma de identificar o que passa a fazer parte do "espírito do momento" e que vai guiar a cultura, as decisões de negócios e o relacionamento com os clientes.
 

Tenho percebido um movimento muito positivo, em que as fronteiras entre comunicação e produto vão se diluindo. Cada vez mais marcas percebem que, no fundo, tudo comunica com o cliente. O logotipo da marca, a fachada da loja física, a navegação no site, o posicionamento nas redes sociais, o conteúdo midiático, a abordagem do vendedor, a embalagem dos produtos, a ambientação do ponto de venda... Tudo comunica! Assim, de certa forma, tudo é conteúdo, pois carrega informação e gera uma oportunidade extra de interação com o cliente.
 

Isso faz com que o ambiente da comunicação das marcas com os consumidores se torne cada vez mais complexo. E, muitas vezes, o protagonismo nessa comunicação não está com a marca – por sinal, falar por meio de influenciadores e clientes comuns vem se tornando uma prática mais usual, especialmente nas redes sociais, mas também em maneiras menos diretas, como os reviews nos e-commerces.
 

Para o universo das Relações Públicas, esse também é um novo ambiente. Agências de comunicação não podem mais se limitar a pensar em conectar veículos de imprensa aos executivos das empresas: é necessário analisar, em cada estratégia de comunicação, quais são os stakeholders que mais faz sentido abordar. Em alguns casos, alcançar influenciadores e dar a eles o protagonismo pode gerar mais resultados. Em outros, será necessário identificar os podcasters e youtubers mais relevantes para determinada categoria. E em cada um desses casos, a marca assume um papel coadjuvante, pois o protagonismo é do influenciador.
 

Fazer essa transformação é desconfortável porque o próprio papel do líder precisa mudar: ele precisa ser o guardião da cultura, para que cada colaborador a traduza em suas próprias palavras e seu jeito de ser. O que, mais e mais, se transforma em stories e reels nas mídias sociais. Melhor do que lutar contra a corrente é entender que, com a digitalização das comunicações, esse é um caminho inevitável. Vale mais a pena aproveitar o momento para entender quais são as novas regras da comunicação e usá-las a seu favor.
 

E estamos só no início

O maior desafio da comunicação sempre foi desenvolver o relacionamento um a um com os clientes. A coleta de dados nas mídias sociais, nos e-commerces e, crescentemente, em outros canais de contato das marcas com o público vem criando uma base de informações cada vez mais rica, que abre novas oportunidades.
 

Um bom exemplo é a retail media – a publicidade nas propriedades das marcas de varejo, como telas dentro das lojas, banners nos e-commerces e vídeos dentro dos resultados de buscas de sites e aplicativos. A edição 2024 da NRF Big Show, o principal evento de varejo do mundo, trouxe a retail media como uma das principais tendências para os próximos anos – um mercado que, nos EUA, deverá saltar de US$ 36 bilhões para US$ 100 bilhões até 2025.
 

Do ponto de vista da comunicação, abre-se uma nova avenida que pode impulsionar o contato das marcas com os clientes não somente para vender, mas também para trabalhar a reputação, o relacionamento e a retenção de clientes. Nesse sentido, a separação tradicional entre conteúdo institucional e de marketing perde a razão de ser, já que tudo contribui para o relacionamento com o cliente.
 

Outra frente importante – e que dilui fronteiras na comunicação – são as lives de vendas, o chamado live shopping. Esse modelo, visto diariamente por 50% dos consumidores online chineses e em crescimento no Brasil e América Latina, alia entretenimento, conteúdo e consumo para criar experiências divertidas, engajantes e altamente contextualizadas. Se no passado a publicidade interrompia um programa, hoje ela é o programa, trazendo conteúdo relevante.
 

Vejo um enorme potencial de aceleração no uso desses e novos canais a partir de outra tecnologia que ganhou protagonismo no último ano: a Inteligência Artificial. Especialmente a IA Generativa, capaz de entender linguagem natural e desenvolver diálogos com os clientes. muito tem se falado sobre o potencial dessa tecnologia, mas o que nem sempre fica claro é que ela, sozinha, não faz muita coisa.
 

A IA Generativa é e será um "copiloto" da comunicação das marcas com os clientes, acelerando a tomada de decisões. A primeira versão de um roteiro para podcast ou da publicidade institucional da marca pode ser feita pela IA Generativa, mas a decisão de refinar ainda mais ou aceitar a sugestão depende do ser humano, que é capaz de avaliar e aprovar o conteúdo alinhado às estratégias conversadas.
 

A consequência desse movimento é que todos nós precisaremos nos tornar especialistas em comunicação, pois todos alimentaremos a Inteligência Artificial que irá sugerir as novas campanhas e ações das marcas. A tecnologia não irá substituir o trabalho intelectual – em vez disso, dará ainda mais poder e autonomia para que os profissionais testem dezenas de ideias em busca daquelas que terão mais impacto.
 

Se todos na empresa serão comunicadores, é hora de começar a desenvolver novas habilidades para que as equipes saibam como utilizar melhor as ferramentas de IA. E para ontem! Afinal de contas, a IA Generativa vem ocupando espaços muito rapidamente e desafiando conceitos e pré-conceitos com o uso de dados.
 

Você já está preparado para lidar com tudo isso?


 

*Fabiana Ramos é CEO da PinePR, agência de PR especializada no atendimento a scale-ups, empresas de tecnologia e grandes players inovadores, com atuação dentro e fora do Brasil, e possui 20 anos de experiência em empresas multinacionais. É responsável pela expansão comercial da agência e por posicionar a PinePR como referência no mercado, garantindo a melhor experiência para os clientes. Em sua última experiência, atuou por 3 anos na expansão comercial da Swarovski, desenvolvendo uma abordagem internacional de vendas.


 


Fabiana Ramos_CEO da PinePR_Crédito da imagem_ Leo Franco



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