Maybelline NY anuncia Ludmilla como nova porta-voz da marca

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Única, valiosa e blindada, a cantora estreia na marca número #1 de maquiagem do mundo. Foto: Divulgação     Cantora, famosa por sua versatilidade musical e ganhadora do Grammy Latino de 2022, Ludmilla agora também é porta-voz de Maybelline NY , marca número 1 de maquiagem no mundo*.   Maybelline NY , marca que sempre encorajou as pessoas a terem confiança para se expressarem em todos os momentos, se une à cantora Ludmilla para escrever uma nova história na categoria de maquiagem no Brasil. Para celebrar esse momento, o novo manifesto ''Única como Você'' , reforça a superioridade de ser a marca número 1 de maquiagem no mundo, com tecnologia e diversidade única. Por meio desse conceito, Maybelline NY reafirma seu propósito de empoderar consumidoras de todas as origens a expressar suas individualidades e serem elas mesmas.   Ao ter Ludmilla como novo rosto da marca, Maybelline NY a reconhece não apenas como uma artista talentosa, mas também como uma fig

Último episódio de série documental da Café Royal sobre violências contra as mulheres será exibido no GNT neste domingo


Gabriela Manssur, advogada especializada no direito da mulher e ex-promotora pública, e Luanda Pires, Advogada, Co-fundadora e Relações Internacionais do Me Too Brasil. Fotos: Divulgação 

 

Neste domingo (31/03) vai ao ar o 7º e último episódio da série Justiça por Elas, produzida pela Café Royal, no GNT. Apresentado por Gabriela Manssur, advogada especializada no direito da mulher e ex-promotora pública, o tema do episódio é violência judicial e conta com os relatos de Ana Lúcia Dias, advogada e coordenadora do Me Too Brasil, e Luanda Pires, Advogada, co-fundadora e relações internacionais do Me Too Brasil.

 

As especialistas explicam sobre o lawfare de gênero, que é guerra política contra as mulheres, violência cometida por investigados, acusados, condenados contra advogada e suas clientes.

 

Ana Lúcia Dias, que foi vítima da violência judicial, declara que é um dano físico e visceral e explica a diferença entre o assédio judicial e a violência institucional de gênero. "O poder judiciário é uma máquina de moer mulheres. É patriarcal, o olhar dos juízes ainda têm essa construção machista. No assédio judicial, é possível ver a utilização do poder judiciário para perseguir e intimidar a vítima com o objetivo de prolongar o objetivo do processo, exaurir os recursos financeiros da vítima e desestimular o prosseguimento da ação. Ocorre quando se tem várias disputas ou ações ocorrendo repetidamente contra uma mesma pessoa. Com a mesma má fé, visa retardar ou impedir o cumprimento de uma ordem judicial. A violência institucional de gênero é cometida por agentes públicos contra a mulher vítima de violência. Pode ser omissão, imperícia, demora, humilhação, podemos usar como exemplo recente o caso Mariana Ferrer", declara.

 

Luanda Pires, que sofreu um atentado por ser porta-voz de uma outra mulher, também dá voz à rede de mulheres reunidas na série que se posicionaram para alertar mulheres sobre as violências cometidas contra elas, trazendo fatos, dados e dicas para que o ciclo de descaso seja interrompido.

 

A série vai ao ar no domingo, às 23 horas. Os conteúdos também estarão disponíveis no Globoplay + Canais.

 


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