MODA: Bruna Marquezine se emociona em entrevista com Silvia Braz durante a Paris Fashion Week

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A atriz e a comunicadora se encontraram no quarto de hotel da atriz que se emocionou ao falar de família, carreira, escolhas pessoais e sua auto descoberta por meio da moda Silvia Braz entrevista Bruna Marquezine | Créditos Marlon Brambilla Durante a Semana de Moda de Paris que acontece até terça-feira (5), Silvia Braz conduziu entrevista exclusiva com a atriz Bruna Marquezine que em meio a lágrimas e risadas, contou percepções da sua vida pessoal e espetacular carreira que iniciou aos 5 anos de idade.   Surpreendendo seus espectadores, Silvia Braz inovou ao direcionar os holofotes não só às passarelas, mas também às brasileiras inspiradoras. Na entrevista, Bruna Marquezine se abriu em uma conversa franca e reveladora. Emocionada revelou "Sempre que eu falo que comecei a trabalhar com 5 anos as pessoas pensam: 'nossa, a mãe dela deve ser mãe de miss'. Eu quero falar disso e eu fico com vontade de chorar porque eu hoje, muito nova, conquistei muita coisa.

BELEZA: Cirurgias convencionais x cirurgias robóticas, confira as principais diferenças entre os dois tipos de procedimentos


Novas tecnologias, que atuam de forma centrada no cirurgião, expandem-se pelo país. Somente o robô ROSA® Knee System, da multinacional norte-americana Zimmer Biomet, já participou de 1.500 procedimentos nos últimos dois anos e está presente em 18 hospitais, de 10 cidades e oito estados brasileiros.


À medida que a tecnologia segue atrelada às atualizações e aprimoramentos constantes da área da saúde, novas técnicas e soluções têm contribuído exponencialmente para a melhora da qualidade de vida e bem-estar da população brasileira. No âmbito dos procedimentos cirúrgicos, por exemplo, o advento da robótica tem permitido ganhos cada vez mais evidentes, tanto aos pacientes que necessitam passar pelas cirurgias, quanto às equipes médicas, que contam com tais inovações para ampliar o índice de sucesso e otimização do tempo dedicado a essas atividades.  

No entanto, muitas pessoas ainda têm dúvidas de como seriam realizados esses procedimentos assistidos por robôs. Afinal, essas máquinas operam sozinhas? Por que são importantes? Quais as principais diferenças entre as cirurgias tradicionais e as robóticas?  

Conforme apontam diferentes especialistas, o apoio das plataformas robóticas para a realização de procedimentos como as artroplastias de joelho – uma solução aos pacientes que sofrem de artrose severa e necessitam de intervenção para substituir a articulação do joelho por próteses ortopédicas -,  tem permitido uma nítida evolução no que diz respeito à precisão e eficiência dessas cirurgias, que passaram a ser feitas de maneira muito mais personalizada, de acordo com a anatomia única de cada paciente. 

Segundo Dr. Mauro Meyer, médico ortopedista especialista em cirurgia do joelho no Hospital Moinhos de Vento, em Porto Alegre (RS), embora as próteses de joelho tenham ótimos resultados, a maior dificuldade nas cirurgias convencionais é conseguir o alinhamento exato dos componentes durante o procedimento, uma barreira que foi superada com o auxílio do robô. 

 "Antes o médico faz uma série de cálculos, por exemplo, dos movimentos de rotação do quadril, joelho, tornozelo. O robô soma e cruza esses dados com os dos exames de imagens e analisa como estão ligamentos, tendões, musculatura. Com a precisão do sistema robótico, temos tido tempos menores de internação, o paciente faz a movimentação do joelho com mais facilidade e isso causa menos dor no pós-operatório, menos uso de analgesia, maior conforto para que o paciente possa ir para casa mais rápido e maior longevidade dessa prótese", comenta.  

Benefícios e experiências positivas que também são compartilhadas pelo Dr. Afonso Paulo Almeida Magalhães Neto, médico ortopedista e traumatologista, especialista em cirurgia do joelho e ombro nos Hospitais Orizonti e São Lucas, em Belo Horizonte (MG).     

"O grande benefício da robótica é a precisão, previsibilidade, segurança, respeito às partes moles e cirurgias extremamente personalizadas para o melhor resultado ao paciente, tudo isso sem tirar a autonomia do médico. Já realizei mais de duzentas cirurgias com o apoio da robótica desde maio do ano passado e posso dizer, com segurança, que foi a maior evolução nas artroplastias de joelho dos últimos vinte anos", pontua. 
 
De acordo com Dr. Marco Demange, médico ortopedista especialista em cirurgia do joelho e professor livre-docente da Faculdade de Medicina da USP (Universidade de São Paulo), essa precisão, inclusive, é um dos fatores cruciais para o sucesso desses procedimentos. 

 "A cirurgia colaborativa permite captar informações antes da cirurgia, por meio de exames de imagem especiais como a X-Atlas, uma radiografia panorâmica com esferas metálicas que permitem calcular o tamanho dos componentes da cirurgia, entre eles, a inclinação e o alinhamento das próteses à anatomia óssea, para que o planejamento prévio seja feito em um software exclusivo. Durante a cirurgia, o médico pode captar novamente todos os dados do formato do joelho, especialmente para fazer ajustes finos, de maneira que o sistema robótico colaborativo permita a remoção das saliências ósseas para maior precisão, de forma personalizada para cada paciente", destaca o profissional. 

Os atributos e o sucesso das cirurgias citados pelos profissionais, devem-se muito a tecnologias como o robô ROSA® Knee System, por exemplo, desenvolvido pela multinacional líder mundial em saúde musculoesquelética, Zimmer Biomet, que já atingiu o marco de 1.500 cirurgias realizadas no Brasil, em um curto espaço de dois anos.  

Composto por uma tecnologia que integra braços robóticos a softwares avançados, que realizam o planejamento pré-operatório em 3D e fornecem dados intraoperatórios, em tempo real, sobre tecidos moles e anatomia óssea do paciente, o ROSA® foi projetado para facilitar a precisão do corte ósseo e a análise de amplitude de movimento no ato cirúrgico. Centrada no cirurgião, trata-se de uma tecnologia que contribui, principalmente, para que as cirurgias aconteçam de forma personalizada, com a colocação otimizada das próteses ortopédicas, de acordo com a anatomia única de cada paciente.  

Atualmente, a plataforma já está disponível em 18 hospitais, de 8 estados e 10 diferentes cidades do país, em localidades como São Paulo (capital e S.J do Rio Preto), Rio de Janeiro (capital), Bahia (Salvador), Pernambuco (Recife), Minas Gerais (Belo Horizonte), Paraná (Curitiba e Londrina, a primeira cidade não capital a receber a tecnologia), Distrito Federal (Brasília) e Rio Grande do Sul (Porto Alegre). 



Por @oblogueirooficial



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