Segunda edição do Salão Literário Infantojuvenil Brasil-Alemanha acontece em maio

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A i-Lit (Fórum Literário Internacional), em parceria com as editoras Ogro, Girabrasil, Razamba, Fafalag, Gratitude, o estúdio Illustralabor e o Clube do Livro Muenster, vai realizar o 2º Salão Literário Infantojuvenil Brasil-Alemanha, nos dias 4 e 5 de maio de 2024, em Offenbach am Main, na Alemanha.   Para isso acontecer, o evento está recebendo apoio institucional do Consulado-Geral do Brasil em Frankfurt, da Prefeitura de Offenbach, da Der Paritätische (organização não governamental alemã que atua na área social), do Instituto Guimarães Rosa e do Instituto F.I.Z. e.V.   Este segundo Salão proporcionará atividades interativas gratuitas para jovens leitores alemães e para a comunidade brasileira local, e também irá reforçar a riqueza e a diversidade na literatura, atraindo participantes de diversas nacionalidades.   Para Andréia Oliveira Amthor, agente literária e fundadora da i-Lit, o retorno do Salão Literário demonstra que o evento foi bem recebido pelas autoridades

Banco para condomínios cresce e soma mais de R$ 194 milhões em aportes

Fintech que tem como clientes condomínios de todo Brasil alcançou a marca de R$90bi em gestão de patrimônio condominial e responde por mais de R$700 milhões de reais em transações

 

Pouco atrativos para os bancos tradicionais por não serem empresas e nem pessoas físicas, os condomínios não conseguiam crédito com facilidade, até a criação do CondoConta, primeiro banco exclusivo para condomínios no Brasil. Com anos de experiência no mercado condominial, os sócios fundadores, entre eles Rodrigo Della Rocca, CEO, deram início a fintech com capital próprio, emprestando dinheiro para condomínios que estavam automatizando a portaria e não conseguiam empréstimos com instituições bancárias convencionais. Anos depois a fintech é utilizada por mais de 3 mil condomínios em todo o país e soma aproximadamente R$200 milhões em captações.

 

"Com o interesse cada vez maior de outros gestores, percebemos que, enquanto para nós era uma necessidade clara a criação de um banco especializado em condomínios, nos bancos tradicionais os condomínios estavam em uma zona cinzenta, mesmo movimentando R$250BI por ano e gastando 3 bilhões de reais com taxas", afirma Rodrigo Della Rocca, CEO do CondoConta. A criação de soluções financeiras para condomínios rendeu ao Rodrigo, no último mês de dezembro, a eleição como um dos jovens mais inovadores do Brasil na Forbes Under 30, aos 28 anos.
 

O CondoConta começou oferecendo uma conta gratuita, com transações e emissão de boletos. Então, ciente das dores do mercado condominial, passou a oferecer produtos pensados especialmente para solucionar outras preocupações dos síndicos, condôminos e administradores, como a prestação de contas em tempo real, automação de boletos e balanços, crédito para financiamentos, seguros e o principal produto da fintech, a antecipação da cota condominial.
 

O crescimento acelerado na adesão dos condomínios às soluções do CondoConta despertou o interesse de investidores diversos. A fintech recebeu, em menos de seis meses, dois aportes da Redpoint eVentures. O primeiro, no início de 2021, de R$6,6 milhões, em conjunto com a Darwin Startups. O segundo, em setembro de 2021, de R$6MM, motivado pelo entusiasmo do fundo com o rápido crescimento da fintech. Ainda em 2021, o banco digital recebeu um novo investimento, desta vez de aproximadamente R$10MM, da Igah Ventures. Os aportes posicionaram a fintech na lista das que mais receberam captações nos primeiros meses de atuação, somando R$22,2MM em 9 meses.

 

Vislumbrando facilitar a tomada de crédito por condomínios no processo de modernização, realizações de obras e melhorias, em 2022 a fintech captou R$70 milhões para emprestar aos condomínios. Destes, R$20 milhões foram levantados com a Empírica e R$50 milhões com a Galápagos. E não parou por aí, no último ano, em 2023, o banco levantou mais R$30 milhões com a EXT Capital, para expandir seu braço de crédito condominial, ampliando sua capacidade de concessão de financiamentos.

 

Não demorou muito até que viesse um Series A. Em novembro de 2023, Rodrigo e os sócios anunciam uma rodada Série A no valor de R$72,3 milhões, tendo Elie Horn, fundador da Cyrela, fazendo parte do grupo de investidores através da SYN Proptech. Outros nomes da rodada incluem os fundos Igah Ventures, Redpoint eVentures, Terracotta e Endeavor Scale-Up.

 

Segundo Rodrigo, as principais dores dos condôminos envolvem a vida financeira, por isso o CondoConta decidiu começar a operação atuando diretamente na gestão financeira. "Isso é apenas o início, ainda temos muito espaço para crescer considerando que o Brasil tem cerca de 500 mil condomínios e cerca de 95 milhões de pessoas morando ou trabalhando neles, quase metade da população brasileira. Ainda vemos outras oportunidades que envolvem o relacionamento entre condôminos, pets, carros e manutenção. Nosso roadmap inclui abraçar os condomínios pelas finanças para plugar parceiros especialistas em outras frentes", complementa.



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