TÜV Rheinland é agora um Laboratório de Testes Autorizado da Wi-Fi Alliance(R)

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Certificação garante que produtos atendem a rigorosos requisitos de interoperabilidade com o protocolo Wi-Fi 7   A TÜV Rheinland, líder global em serviços de teste, inspeção e certificação, acaba de ser designada como Laboratório de Testes Autorizado (Authorized Test Laboratory - ATL) da Wi-Fi Alliance®, e passa a ter atuação global, com capacidade de apoiar clientes no mundo todo.   O programa Wi-Fi CERTIFIED™ garante interoperabilidade testada e comprovada entre dispositivos Wi-Fi®. Esta certificação dá aos usuários a confiança de que os produtos Wi-Fi com o logotipo Wi-Fi CERTIFIED atendem a rigorosos requisitos de interoperabilidade.   "Tornar-se um Laboratório de Testes Autorizado em nível global representa um passo importante no fortalecimento da nossa liderança, bem como na demonstração da nossa capacidade para prestação de serviços de teste de tecnologias sem fio, particularmente no contexto da Internet das Coisas. Sabemos que o setor de tecnologia é um dos

Bom conhecimento em finanças e baixo índice de planejamento são um dos retratos da alta renda brasileira, revela pesquisa Itaú Personnalité com o Instituto Locomotiva

Levantamento mostra que 9 em cada 10 brasileiros desse segmento consideram que estão se preparando financeiramente para o futuro, mas apenas 20% estão no patamar de alto planejamento financeiro. Entre os que acham que têm conhecimento avançado ou se consideram especialistas em finanças, 4 em cada 10 ainda mantêm investimentos em poupança. Imagens: Divulgação


A maioria dos brasileiros de alta renda (89%) acredita que está se preparando adequadamente para o futuro e 93% afirmam ter objetivos financeiros de curto, médio e longo prazos (para a realização de viagens, construção de patrimônio e de reserva financeira para a aposentadoria e emergências, entre outras prioridades). Mas poucos se organizam efetivamente para isso. Apenas 20% situam-se no patamar considerado de alto planejamento financeiro e, entre os que declaram ter conhecimento avançado ou se consideram especialistas em finanças, 41% ainda mantêm investimento em poupança.

Este é um dos retratos da alta renda brasileira segundo a pesquisa Itaú Personnalité: Brasileiros e a alta renda,realizada pelo Instituto Locomotiva, nacionalmente, no último trimestre de 2023. O levantamento ouviu mais de mil pessoas com renda individual mensal a partir de R$ 10 mil, com o objetivo de compreender a relação desse público com o dinheiro e quais são as suas principais preocupações no que se refere ao bem-estar financeiro, investimentos e planejamento para o futuro.

Representando 3% da população adulta com renda no país e responsável por movimentar cerca de R$ 970 bilhões em renda própria anualmente, a chamada alta renda brasileira vive alguns paradoxos em relação ao dinheiro: 80% se dizem otimistas com a própria situação financeira - percentual é maior entre os jovens (94%) do que entre os 50+ (70%), mas o medo de perder renda e/ou patrimônio também é grande, seja com crises econômicas (68%), golpes na internet (71%) ou investimentos equivocados (59%).

Da mesma forma, 77% afirmam ter conhecimento suficiente (médio ou avançado) para tomar decisões sobre o futuro financeiro. No entanto, a poupança ainda é uma alternativa expressiva para boa parte deles e 27% entre os que se consideram investidores arrojados.

A pesquisa revela uma lacuna entre conhecimento e prática. "As pessoas estão mais interessadas na gestão e planejamento de suas vidas financeiras, mas ainda não conseguem organizar todas as informações que recebem para transformá-las em decisões. Por isso, ainda vemos uma participação da poupança relevante nas opções de investimento, mesmos entre os que se descrevem como arrojados. Já nas carteiras do Itaú Personnalité, essa proporção é significativamente menor. Isso é reflexo do trabalho de consultoria dos nossos especialistas em investimentos, que consideram um planejamento financeiro eficaz, considerando histórico, perfil, momento de vida e prioridades para o futuro de cada cliente", comenta Adriana dos Santos, diretora do Itaú Personnalité.

Para aprofundar a compreensão de como o público de alta renda se organiza financeiramente, foi criado um índice agregado de planejamento na pesquisa e que avalia e pontua comportamentos recomendáveis. Dentre os listados, estão, por exemplo, estabelecer metas de longo prazo e esforçar-se para alcançá-las, controlar ganhos e despesas, formar reserva para emergências e aposentadoria e não estar inadimplente. "O que observamos é que apenas 20% das pessoas ouvidas declaram ter toda essa disciplina na prática. Isso pode ter a ver com o histórico de baixo índice de educação financeira ao qual o brasileiro foi exposto ao longo da vida. Os resultados mostram interesse crescente no tema, busca ativa por informações na internet e nas redes sociais, mas clara insegurança em relação à tomada de decisão", completa o presidente do Instituto Locomotiva, Renato Meirelles.
 

A aparente contradição entre o autodeclarado nível de conhecimento dos entrevistados sobre finanças, o receio de errar nos investimentos e a prática financeira se evidencia também em escolhas mais conservadoras: entre investidores, 51% preferem renda fixa enquanto 39% declaram ter dinheiro em poupança

Jornada solitária 

Quando o recorte é feito por gênero, as mulheres demonstram maior interesse em aprender mais sobre finanças e investimentos: 43% versus 34% do público masculino. O comportamento dos dois gêneros coincide em um aspecto: metade das pessoas admitem que conversar sobre dinheiro com companheiros ou familiares ainda gera desconforto e estresse. "Falar sobre finanças ainda é tabu. Por isso, é preciso simplificar a linguagem e trazer o tema para o dia a dia. Planejamento de vida e de futuro não precisa ser solitário, ao contrário, a construção em conjunto, dentro das famílias, levará a um retorno mais sustentável para todos", esclarece Adriana. 

 

Para ela, o papel do banco na vida das pessoas mudou. "Aqui no Itaú Personnalité, ao longo dos anos, nos especializamos em desempenhar uma posição de consultoria financeira, planejamento e apoio. É uma relação de longo prazo, mais próxima, humanizada e que entende que o nosso sucesso depende da prosperidade do nosso cliente. Temos buscado ir além da consultoria, mas também proporcionado eventos de experiência em nossos Investment Centers, com intuito de apoiarmos em temas para grupos e interesses específicos", destaca a executiva. 

 


O paradoxo da pandemia: poupar x desfrutar 

A pesquisa contou com duas fases: a primeira, qualitativa, para estabelecer a coerência dos temas abordados e, a segunda, quantitativa, com a fotografia do comportamento financeiro da alta renda. Na fase quali, o tema 'qualidade de vida pós-pandemia' surgiu de forma espontânea e recorrente entre os participantes e dominou boa parte das conversas de investigação com os grupos. Devido à sua relevância, foi incorporado na fase quanti. 

Sobre o tema, 65% dos brasileiros de alta renda afirmam ter passado a valorizar muito mais a qualidade de vida após a Covid-19, sendo que 66% dizem dar mais valor à família e 70% escolheriam ter mais tempo em vez de uma renda maior. "Observamos o crescimento da tensão entre poupar e gastar. A pandemia trouxe uma reflexão profunda sobre trabalhar arduamente e construir patrimônio em detrimento de ter uma qualidade de vida melhor, com mais tempo dedicado a família, amigos, hobbies.  O levantamento aponta como esse público está em busca de viver melhor, reconfigurando a sua relação com o trabalho, tempo e dinheiro", conta o presidente do Instituto Locomotiva, Renato Meirelles. Para Adriana, o paradoxo deve ser visto como oportunidade. "Precisamos aprender e escolher formas de fazer o dinheiro trabalhar por nós. Um bom planejamento financeiro, que compreende visão de futuro, sonhos, expectativa de gastos, investimentos, aposentadoria, por exemplo, pode ajudar a ter mais tempo de qualidade, sem comprometer a renda".

 

Metodologia 

A pesquisa Itaú Personnalité: Brasileiros e a alta renda, realizada pelo Instituto Locomotiva com abrangência nacional, utilizou os métodos quanti e qualitativo, por meio de questionários de autopreenchimento e grupos de discussão. Foram entrevistadas 1.216 pessoas com mais de 18 anos e renda pessoal mensal de R$ 10 mil ou mais. A margem de erro da pesquisa é de 2,8 pontos percentuais.



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