MÚSICA: Luísa Sonza lança faixas bloqueadas de ‘Escândalo Íntimo’

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Músicas e visuais serão liberados para o público no dia 28/05   Luísa Sonza (Pam Martins)   Agora o Escândalo está completo! A partir das 00h do dia 28 de maio, as quatro faixas bloqueadas de Escândalo Íntimo serão liberadas. São elas: " Bêbada Favorita ", feat com Maiara e Maraisa que mistura pop, sertanejo e samba; " O Amor Tem Dessas (e é melhor assim) ", faixa que conta com uma citação de 'Você Me vira a cabeça (Me Tira do Sério)', de Alcione; " Sagrado&Profano ", um feat com KayBlack, nome em ascensão na cena do rap nacional; e " You Don't Know Me ", de Caetano Veloso, uma versão do álbum Transa , de 1972. " Eu não via a hora de poder liberar essas músicas para o público, faixas com parcerias tão especiais. Me sinto realizada de ver esse álbum, esse trabalho tão intenso e que traz tanto de mim, agora disponível por inteiro ", relata Luísa.   Sobre a parceria, Caetano Veloso, um dos maiores nomes d

"Todo dia sofro violência política", diz governadora Raquel Lyra ao CNN Entrevistas

 

*Chefe do Executivo do estado de Pernambuco fala para Iuri Pitta e Carol Nogueira sobre a criminalidade no seu Estado e no País;

 

*Para ela, "saidinha" e prazos de justiça criminal dão tempo para criminoso praticar outros crimes.
 

Carol Nogueira, Iuri Pitta e Raquel Lyra no CNN Entrevistas; no ar sábado, 27, às 18h30.
Divulgação/CNN Brasil

 

Primeira mulher eleita para governar o Estado de Pernambuco, Raquel Lyra é a entrevistada desta semana no CNN Entrevistas, que será exibido neste sábado, 27, às 18h30, na CNN Brasil. Na entrevista dada ao âncoras Iuri Pitta e Carol Nogueira, Raquel, 45 anos, fala da questão emergente da violência criminal e da própria violência que ela sente sofrer por conta de sua atuação na política. "Todos os dias eu sofro violência política. E gabaritei já sobre isso". Ela já foi por duas vezes prefeita de Caruaru/PE, além de deputada estadual, procuradora do Estado e ex-delegada da Polícia Federal.

 

Raquel diz ter certeza de que o fato de ser mulher dificulta seu trânsito na política. "E qualquer mulher que está na política sofre também. E qualquer uma que queira se colocar para disputar um mandato, e quanto mais ser governadora de um Estado que nunca elegeu uma mulher", afirma. Ela lembra que, no seu caso, também foi a primeira vez que no Brasil foram eleitas a governadora e sua vice, em referência à vice-governadora, Priscila Krause Branco.

 

Para a governadora, o Brasil ainda está muito atrasado nessa questão. "E é claro que quem comanda partidos políticos hoje no Brasil, em sua imensa maioria, são homens. E é difícil na forma de mulher fazer política, muitas coisas são discutidas e decididas para além da mesa que a gente senta. E passa por discussões por homens".

 

Violência e criminalidade

 

Diante de um cenário de aumento de quase 25% de mortes violentas intencionais em Pernambuco, Raquel Lyra diz que houve um desinvestimento em segurança pública nos últimos anos no Estado que ela governa. "Nós temos o pior sistema penitenciário do Brasil", ela constata. "Nós não temos investimentos em segurança pública há muitos anos em PE. Segurança pública agora é prioridade em Pernambuco. Teremos investimentos de R$ 1 bi na segurança pública. E faremos a criação de novas vagas em presídios. A mudança não se dá do dia para a noite. e o que eu tenho dito que nós não vamos arredar o pé, não vamos dormir enquanto não devolvermos a paz e a segurança a Pernambuco", ela afirma.

 

De acordo com a governadora, no Estado o crime é demandado de dentro do presídio, o que levou a uma prática de isolamento dos principais criminosos: "Então, isso é enfrentamento. É combate ao crime organizado. E não se faz com discurso. Ele só existe enfrentando o problema, garantindo recursos para ele".

 

Raquel Lyra vai além da questão estadual e alerta que o combate ao crime organizado precisa ser uma política estratégica do Governo Federal para que o território brasileiro não seja espaço absorvido pelo crime organizado. "A gente entre fazer o indiciamento de um relatório de um inquérito e ter o julgamento no júri, é uma eternidade. Cerca de seis, dez anos. Nós precisamos reduzir esses prazos", argumenta, lembrando que isso precisa ser tocado pelo Congresso Nacional. "Porque não adianta prender e ser solto no dia seguinte. Isso é o grande desestímulo que existe na segurança do país", ela arremata.

 

A governadora abordou sobre pobreza, desigualdade e a falta de investimentos no seu Estado, que teria parado de crescer e, ao parar de investir, perdeu a capacidade de liderança de temas importantes para o País e para a região.

 

Outras questões foram tratadas na entrevista como cotas para o Legislativo, o clima de polarização política no País, as próximas eleições e seu papel dentro do seu partido, o PSDB.

 

Serviço

CNN Entrevistas

Sábado, 27 de abril, às 18h30 na CNN Brasil

 




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